sexta-feira, 30 de março de 2012

Quiosque é alternativa mais barata

Os quiosques estão em crescimento no setor de franquias e surgem como alternativa para quem quer estar nos corredores dos shopping centers, mas não pode desembolsar o valor das luvas de uma loja. Com um tamanho médio de seis metros quadrados, demandam um menor investimento inicial, a partir de R$ 70 mil, e menos funcionários por operação.

O modelo é geralmente explorado em shopping centers para a venda de produtos como bijuterias, acessórios e cafés. Agora há também, outro modelo no mercado, os chamados "store in store", com pontos de venda dentro de grandes lojas, supermercados e postos de gasolina.

O ponto pode ser utilizado como um termômetro para testar o mercado e o público consumidor. E as empresas estão investindo em novos nichos como universidades e academias. Com investimento de R$ 4 milhões, a Colaki está montando uma rede de unidades em instituições de ensino em São Paulo. Inaugurou quatro quiosques em instituições como a Fundação Getulio Vargas (FGV), Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) e Mackenzie.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Fonte: Abras (Associação Brasileira de Supermercados)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Seis dicas para um crescimento sustentável

Expandir o negócio é o sonho de qualquer empresário. Mas, às vezes, a ansiedade de ver o investimento concretizado acaba fazendo muitos deixarem para trás etapas importantes desse processo, como garantir que a operação e a gestão da empresa estejam saudáveis antes da primeira filial ser inaugurada, ou da primeira aquisição ser finalizada. Abaixo estão alguns dos principais pontos a serem analisados na empresa, o motivo e as soluções:
1.       Operação ineficiente
Por que não adiar a solução? Para não perder o controle da empresa
Como resolver? Garantindo eficiência em vários processos. Entre os principais está o atendimento ao público. Treinar os funcionários e mantê-los motivados é a melhor maneira de conseguir isso. Também é importante oferecer serviços que atendam às necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, diferenciem a loja dos concorrentes. Garantir que as normas de segurança alimentar e de higiene sejam adotadas e que a exposição de produtos seja bem organizada.
2.       Falta de mão de obra qualificada
Por que não adiar solução? Para evitar que as novas filiais sejam inauguradas sem funcionários atrás dos balcões de padaria, peixaria e açougue.
Como resolver?
 A melhor saída é formar e qualificar internamente a mão de obra. Para garantir boa qualificação, é preciso oferecer treinamentos, inclusive aos recrutados no mercado.
3.       Relacionamento com fornecedores
Por que não adiar solução? Porque uma boa sintonia com os fornecedores garante grandes benefícios à empresa, como mercadorias com preços mais atrativos para venda, mais ações promocionais e de marketing no ponto de venda, facilidade para devolução ou troca de mercadorias que não foram vendidas.
Como resolver? A
dica é saber negociar para que os dois lados ganhem.
4.       Sistema de abastecimento
Por que não adiar solução? Para que as lojas e novas filiais não fiquem sem mercadorias.
Como resolver? A dica é avaliar se o CD (centro de distribuição) da empresa e a frota de veículos atende à demanda de estoque da loja e se conseguirá dar conta de novas unidades. Se for constatado que não, é preciso verificar a possibilidade de ampliá-lo, ou se o melhor é montar um novo CD próximo das lojas que estão para ser inauguradas.
5.       Perdas
Por que não adiar solução? Para que o índice de perdas não ultrapasse o lucro líquido da empresa. Se isso acontecer, os prejuízos serão tão grandes que podem arruinar o negócio.
Como resolver? Zerar as perdas é quase impossível. Mas convém perseguir metas ambiciosas de redução. Entre as principais causas desse problema estão furtos internos e externos e erros operacionais, que costumam envolver compras, recebimento, armazenagem e exposição das mercadorias. A sugestão é criar um programa que identifique, meça e ajude a levantar soluções e metas de redução específicas para cada setor. Em relação às compras, por exemplo, o ideal é que sejam feitas com base no giro médio dos produtos. Um bom gerenciamento por categorias ajuda a tirar do mix marcas e versões de produtos que os clientes da loja não costumam comprar.
6.       Ruptura e sistema de abastecimento
Por que não adiar solução? Porque provoca perda de lucratividade e afeta a relação de fidelidade dos clientes com a loja.
Como resolver? Ter um software de gestão integrada, que cruza e processa os dados de frente de caixa, retaguarda e compras. Para não haver desorganização, também é recomendado cadastrar os SKUs utilizando quatro níveis: grupo, setor, categoria e família. Prefira fazer os pedidos com base no histórico de vendas dos últimos seis meses, sempre calculando um estoque de segurança.
Também é necessário realizar inventários periódicos para confirmar se a quantidade de produtos registrada no sistema coincide com o estoque físico.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
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terça-feira, 27 de março de 2012

Comércio eletrônico deve ter ICMS rateado entre Estados

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, pediu que o Senado aprove, o mais rápido possível, a proposta de emenda constitucional (PEC), que muda o sistema de cobrança do ICMS nas vendas pela internet, o chamado comércio eletrônico.

Atualmente, quase toda a receita do ICMS no varejo eletrônico fica nos Estados do Sul e Sudeste, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro, sedes das empresas "pontocom". Os demais Estados tentam participar do bolo, cobrando alíquota adicional de ICMS, o que está sendo questionado na Justiça sob o argumento de bitributação.

O comércio eletrônico não existia no Brasil quando a Constituição foi promulgada. Assim, ela disciplinou só as formas tradicionais de venda, nas quais o ICMS deve ocorrer na origem quando o consumidor final estiver em outro Estado e não for contribuinte do imposto.

A PEC apoiada pelo governo muda isso e determina que parte do ICMS incidente nas chamadas vendas não presenciais, como é o caso do comércio eletrônico, ficará com o Estado de destino da mercadoria, na forma a ser definida pelo Senado.

Enquanto isso não ocorrer, os Estados destinatários ficarão com 70% da diferença entre a alíquota interna e a interestadual do ICMS. "Vamos aprovar a PEC ainda neste semestre", disse o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), presidente da Comissão de Assuntos Econômico (CAE) do Senado.

O faturamento do comércio eletrônico cresce em ritmo superior a 25% ao ano e chegou a R$ 18,7 bilhões em 2011, segundo estimativa da e-bit. O número de consumidores cresceu cerca de 9 milhões em relação a 2010.

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Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 26 de março de 2012

Como conquistar a crescente classe C?

Em uma pesquisa realizada, apontou que 54% da população brasileira em 2011 pertenciam à classe C. Há pouco mais de cinco anos, 51% estavam nas classes D/E, demonstrando um avanço significativo na mobilidade social brasileira. Outro resultado interessante se refere à renda disponível, a qual teve um aumento de 50%, passando de R$ 243 para R$ 363. Este considerável montante de recursos nas mãos da classe C apresenta inúmeras oportunidades de negócios a quem se dispuser a compreendê-la.
Para avaliar os impactos desta nova classe, recorro à teoria de Maslow, a qual apresenta as motivações dos seres humanos que são classificadas em necessidades: básicas, segurança, sociais, auto-estima e auto-realização, representadas pela figura de uma pirâmide. Segundo a analogia, um ser humano subiria um degrau à medida que satisfizesse o anterior.
Básicas: até o advento do plano real, o país convivia com taxas de inflação que corroíam o pagamento durante o mês. O valor recebido no 5° dia útil competia com os marcadores de preço nos supermercado. Como o fim da inflação, aqueles que até então não podiam proteger suas economias com aplicações financeiras, perceberam que sobravam dias dentro do salário. Com algum dinheiro, passaram a comer melhor, satisfazendo suas necessidades básicas. Não por acaso, o frango e o iogurte ficaram conhecidos como símbolos do plano real. Ter carne à mesa deixava de ser luxo, assim como extravagâncias como sobremesa eram agora permitidas. Basta uma volta em um supermercado para verificar a diversidade de novos produtos.

Segurança: um teto seguro para morar e preferencialmente próprio é a próxima etapa a ser atingida. Apesar da mídia apontar o boom imobiliário através do número de lançamento de novos imóveis, nunca se vendeu tanto material de construção como nos últimos tempos.
Status: agradeça a classe C caso tenha uma televisão de tela plana em sua casa. Os preços em queda são consequência da economia de escala devido ao aumento exponencial das vendas. Móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos compõem este degrau. Os grandes feirões realizados nos primeiros dias do ano são um reflexo da euforia, nos quais clientes são capazes de enfrentar madrugadas para aproveitar as grandes ofertas. Imagine o orgulho em ter o fogão, a geladeira e o televisor iguais ou melhores que o da patroa. O setor de serviços também tem se beneficiado. Inúmeras cadeias de fast food tem se especializado neste nicho de mercado,
Auto-estima: que tal poder viajar de avião, fazer um cruzeiro, ir para o exterior, mesmo que seja para visitar a Casa Rosada, ou quem sabe até comprar o primeiro veículo com prestações a perder de vista? Para quem já tem casa, comida, roupa lavada e um pouco de luxo, é hora de massagear o ego, experimentando novas sensações. Cuidar da saúde também começa a fazer parte das preocupações.

Auto-realização: enganado está quem pensa que esta nova classe preocupa-se apenas com o consumo imediato. Um grande número de famílias já destina parte de seu apertado orçamento para a educação dos filhos. A competição, a educação à distância e a maior demanda por cursos fez explodir o número de vagas em universidades, derrubando os preços das mensalidades. Em sua grande maioria com pouca escolaridade, estes novos núcleos familiares querem não apenas garantir o caminho percorrido, mas permitir as futuras gerações que ascendam ainda mais a pirâmide social.

Enfim, as oportunidades trazidas por esta nova classe estão em praticamente todos os setores, sejam eles produtores de bens ou serviços. Aos micros e pequenos empresários, atenção às etapas da pirâmide na qual se encontram seus clientes.
Outra dica é facilitar o pagamento, uma vez que em muitos casos costumam pesar o valor da parcela, verificando se cabem em sua renda disponível. Capriche também no atendimento, já que costumam retribuir com fidelidade aos que lhe tratam com respeito. Talvez estes simples atos sejam a realização de um sonho ou a comemoração de uma grande conquista, tal como a ascensão para a nova classe C.

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sexta-feira, 23 de março de 2012

Concorrência beneficia o bolso dos consumidores

A acirrada competição no setor de supermercados tem trazido contribuição importante para a economia. Ao longo de sua história, os supermercados vêm aprimorando a negociação com fornecedores para aumentar a competitividade, e a maior parte desses benefícios são divididos com os consumidores.
Quanto mais descontos os varejistas conseguem na hora de comprar, mais descontos repassarão aos produtos na hora de vender. Essa é lógica da concorrência entre supermercados.
Mas este setor já não compete apenas entre seus pares. A disputa pelo consumidor se dá com farmácias, padarias, bancas de jornais, hortifrútis e sacolões, açougues e rotisserias, entre outros segmentos.
A democratização dos espaços veio beneficiar o consumidor, que supre suas necessidades de bens de largo consumo onde for mais conveniente e onde oferece os serviços que ele aprecia.

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Você sabe o que é competência?

No cotidiano, utiliza-se a palavra competência associada à capacidade de resolver problemas, aptidão e habilidade. Estas atribuições dão conta apenas de uma atitude reativa e não contemplam a característica proativa, e mais abrangente, que o conceito assume no ambiente de negócios.

Competência engloba habilidade, mas não se restringe a ela, ultrapassando a mera questão técnica de capacidade de operacionalização. Da mesma maneira, competência engloba atitude, mas não se restringe a ela, pois competência pressupõe ação adequada e não simplesmente ação e uma ação que agregue valor diante de novas situações.

Assim, podemos compreender a composição do conceito de competência, através de critérios objetivamente mensuráveis, como o exercício proativo e simultâneo de:

1. Saber conceitualmente (qualificação) - conhecimento
2. Saber fazer (experiência funcional) - habilidade
3. Saber agir (capacidade de obter resultados) – atitude

Portanto, competência pode ser entendida como uma ação fundamentada e assertiva frente a novos desafios! Esta ação dever agregar valor econômico para a organização e social para o indivíduo.
Competência é um potencial disponível para enfrentar os desafios futuros.

Dentro do universo de negócios, o conjunto das competências desejadas deve estar alinhado com a estratégia adotada, o que explica que além de alguma competência em comum, cada segmento de negócios demandará por competências específicas, assim como cada organização, em função da sua estratégia. O conceito pressupõe produtividade e adequação a cada realidade de negócios.

Competência é a qualidade de ser adequado e bem qualificado física e/ou intelectualmente frente a desafios. É a capacidade de tomar decisões bem informadas e coerentes. Contempla grupos de habilidades, atitudes e conhecimentos necessários para a realização eficaz de tarefas. Refere-se a ações e comportamentos identificados pelas lideranças como efetivas contribuições na implementação da mudança; estes comportamentos são necessários para um desempenho satisfatório ou excelente em qualquer desafio profissional.

Contudo, evite as armadilhas de competência. Não fique preso apenas àquilo em que você é bom; vá mais longe e assuma desafios. A atitude de ampliar continuamente suas competências será sempre a maior de todas elas.

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Maneiras de tomar a iniciativa

O poder de fazer a diferença reside dentro de cada pessoa. Aproveite, portanto, a oportunidade. Nunca tenha medo de dizer o que pensa se você realmente achar que isso tornará as coisas melhores.


- Você tem a chave do seu futuro não deixe outra pessoa decidir isso por você.
- Consistência e persistência.
- Seja um campeão de idéias novas, os antigos nem sempre são os melhores.
- Entre em ação e aproveite as oportunidades.
- Quando perceber um problema leve junto se possível a solução.
- Na vida é necessário ter perseverança e persistência para alcançar os seus objetivos.

Por exemplo: O Engenheiro Charles House, da Hewlett-Packard, recebeu uma medalha de honra por sua desobediência. Por quê?

Ele não obedeceu às ordens do fundador da empresa, David Packard para deixar de trabalhar no desenvolvimento de um monitor de alta qualidade. Quando concluiu o projeto mostrou o seu novo projeto de monitor no qual foi usada para acompanhar as aterrissagens tripuladas da NASA a lua e também utilizado nos transplantes de coração.

Para que se tenha idéia a estimativa de vendas desses monitores era de apenas de 30 unidades. Porém mais de 17 mil monitores desse modelo foram vendidos.

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terça-feira, 20 de março de 2012

Pedir comida pela Internet vira um novo nicho de mercado

A encomenda de comida pela Internet ganha cada vez mais adeptos no Brasil e o segmento atrai as empresas especializadas em fast-food. Eis uma oportunidade ao perceber a demanda, inclusive que o ticket médio do pedido feito pelo delivery na Internet chega a ser 20% superior ao feito pelo telefone. O deliveryon-line já é mais do que uma tendência, é uma realidade.

O serviço da plataforma consiste em, ao entrar no site, o cliente informar a sua localização e ver, em destaque, as ofertas dos comércios da sua região. A empresa mapeia os estabelecimentos já cadastrados no site por geoposicionamento e o usuário só precisa digitar o seu CEP para ter acesso a tudo o que está à sua disposição. Na outra ponta, no estabelecimento físico, um funcionário vai monitorar as transações on-line e, ao identificar o pedido, a cozinha começará a preparar a encomenda. O diferencial é que, após o pedido ser confirmado em tempo real, todo o processo da entrega pode ser acompanhado via web.

O site é responsável apenas pela intermediação e o estabelecimento deve ter os seus próprios funcionários para realizar as entregas . Com a demanda em alta, e empresas grandes já utilizando a plataforma, entre as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Santos e também Jundiaí.

Esse serviço é novo e ainda existe muito espaço para crescer no País. Para os restaurantes os diferenciais são a análise das campanhas de marketing, o monitoramento da opinião dos usuários, lojas que mais vendem e o tempo médio de entrega.
Para que a logística funcione, existe um forte esquema de parceria com os estabelecimentos afiliados. Algumas marcas chegam a dar exclusividade para a empresa, que procura divulgar seus serviços em redes sociais e diversos tipos de ação promocional. Quem faz um pedido pelo telefone, por exemplo, ao receber a comida ganha um voucher com desconto para, da próxima vez, pedir pela Internet.
Se a propaganda é a alma do negócio, o boca-a-boca também é uma aposta do serviço, e se observa clientes deslumbrados com a variedade de gêneros alimentícios que podem ter sem saírem das próprias casas.
 

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.

Fonte: DCI



segunda-feira, 19 de março de 2012

A importância do Marketing boca-a-boca

Metade dos brasileiros pede opinião antes de comprar. É o que revela pesquisa realizada pelo Data Popular. Segundo o levantamento, 51,4% dos consumidores brasileiros, antes de realizar compras ou de assinar contratos, apostam no boca-a-boca. Ou seja, têm o hábito de procurar outras pessoas para obter informações sobre produtos ou serviços.

Percebe-se uma maior troca de informações sobre produtos e serviços entre os mais jovens do que entre os adultos ou idosos. Pelo menos seis, em cada dez brasileiros, entre 18 a 34 anos, costumam pedir a opinião alheia. As redes sociais contribuem em muito para essa tendência de troca de informações.

A pesquisa revela também que um maior percentual de mulheres do que de homens procura informações com familiares, antes de realizar compras e contratar serviços. Por outro lado, a busca de opinião junto aos amigos, especialistas e colegas de trabalho é maior entre os consumidores do sexo masculino.

O levantamento foi feito com 1.019 consumidores em 71 cidades brasileiras de todas as regiões, que tiveram demonstrados índices similares no que se refere à cultura comportamental do boca a boca, 56,5% no Nordeste; 52% no Sudeste; 51,8% no Sul; e 49,5% no Norte e Centro-Oeste comentam e consultam outras pessoas sobre marcas, serviços e produtos na intenção de compra.

O boca a boca faz parte da natureza do brasileiro. Eles são muito influenciáveis pela opinião de familiares e amigos quando pretendem adquirir algum produto caro, ou contratar algum tipo de serviço importante.

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sexta-feira, 16 de março de 2012

Mulheres brasileiras devem movimentar R$ 717 bi em 2012

É o que aponta a Pesquisa Data Popular “Expectativas 2012”, realizada entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012. Foram 1.019 entrevistados em várias cidades do País.

O estudo revela que, hoje, no Brasil, há 98,6 milhões de mulheres, e mais da metade pertencem à Classe C. Nos últimos anos, a mulher brasileira cresceu economicamente e, de acordo com o levantamento, ela sente que sua vida melhorou em todos os aspectos.

Elas são o retrato de um Brasil que mudou e da própria melhoria de renda dessas mulheres, que aos poucos deixam as classes emergentes (D e E) para integrar a Nova Classe Média Brasileira.

A força feminina é notória, tanto que a renda das mulheres brasileiras deve atingir R$ 717 bilhões em 2012. A massa de renda dos homens cresceu 40%, ao passo que a massa de renda das mulheres cresceu 67% nos últimos 10 anos.
Eis aí uma grande oportunidade de negócios, focar em produtos femininos!

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Como atrair o cliente para o PDV?

Apresente novidades sempre. Como o marketing sensorial é um artifício usado há muito tempo pelas marcas dentro do varejo, o que se destaca agora é explorar os sentidos de forma estratégica, relacionando as experiências de consumo aos conceitos que as marcas querem transmitir.


Portanto, não basta apenas criar uma comunicação atrativa para divulgar um produto ou posicioná-lo corretamente na gôndola, é preciso reter e envolver o cliente possibilitando que ele conheça, por experiência própria, todas as funcionalidades e benefícios que aquele produto pode lhe proporcionar.

Além da visão, principal ponto de contato e atração do cliente, quer seja pela embalagem, exposição do produto ou ambientação de vitrine, o olfato, com a aplicação de aromatizadores; o paladar, com sessões de degustação; e o tato, com experimentação tátil, aplicação e até uso do produto, já se tornaram iscas e vêm sendo explorados não só por lojistas, mas até por empresas de prestação de serviços.

Cientes disso, muitas empresas têm investido numa abordagem mais interativa e completa, que possibilita uma verdadeira experiência sensorial aguçando todos os canais receptores do consumidor na tentativa de gerar maior identificação com seus produtos.

Conhecer o público-alvo também é fundamental. Afinal, não se atinge quem não foi identificado, estudado, quem não sabemos onde está e o que faz.

E outro recurso é que escritórios, lojas e supermercados podem dispor de uma rádio interna própria, com seleções de músicas que envolvam o ambiente e tenham em sua programação a identificação certa com o perfil dos clientes, num volume ideal ao seu público.

Qualquer que seja a ação, as opções sensoriais no PDV são inúmeras, combiná-las de forma coerente e na medida certa é o grande desafio. O grande diferencial para a realização desse tipo de trabalho consiste no alinhamento afinado com o cliente e no relacionamento com fornecedores e parceiros: conhecer empresas capazes de realizar trabalhos diferenciados é essencial para criar ativações de destaque.

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Exemplos de bons líderes

Aprender com os grandes líderes da sociedade é uma prática recomendada pelos especialistas em recursos humanos.
O estudo das consultorias revela ainda um dado preocupante: 71% dos entrevistados acreditam que não contam com líderes suficientes para sustentar suas estratégias nos próximos anos. No estudo anterior, realizado em 2009, o percentual era de 63%.
Justamente devido à escassez de gestores, pode ser interessante conhecer as qualidades e práticas que fizeram dos líderes abaixo os preferidos dos executivos brasileiros.
Antonio Ermírio de Moraes - Presidente do Conselho de Administração do Grupo Votorantim.
Costuma ouvir atento os pedidos de emprego que recebe. Tem satisfação em trabalhar, investir, gerar emprego e se preocupar com os menos favorecidos. Desenvolve intensa atividade no campo da saúde, em especial, no Hospital da Beneficência Portuguesa em São Paulo, do qual é presidente. Escreveu e produziu três peças teatrais, focalizando problemas brasileiros, que foram representadas em várias cidades do Brasil. Lê muito e é membro da Academia Paulista de Letras.
Luiz Inácio Lula da Silva - Assumiu a presidência do em 2002.
É bastante carismático. Conquistou a admiração desde as pessoas comuns até governantes e celebridades de todo o mundo. É uma pessoa determinada e não se deixa abater pelos fracassos. Liderou a primeira greve de operários do ABC paulista, em 1978, durante o regime militar.
Fernando Henrique Cardoso – Foi eleito Presidente do Brasil em 1994 e ficou conhecido como o presidente sociólogo.
Após sair da presidência, FHC fundou o Instituto Fernando Henrique Cardoso, uma instituição sem fins lucrativos que reúne sua obra e propõe discussões sobre o Brasil e a América Latina. Tornou-se palestrante de prestígio internacional. Foi professor do Watson Institute for International Studies (Brown University) de 2003 a 2007. Em 2005 tornou-se Doutor Honoris Causa pela Universidade de Montreal. É também membro do conselho consultivo de importantes universidades norte-americanas como: Universidade do Sul da Califórnia e Universidade de Princeton.

Em 2005, foi eleito pela revista britânica Prospect, um dos cem maiores intelectuais ainda vivos do mundo. No mesmo ano passou a presidir a Fundação Osesp, organização criada para manter a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

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terça-feira, 13 de março de 2012

Cuidado para não se acostumar com a paisagem!

Um dos maiores perigos que enfrentamos na vida é o de nos acostumarmos com a paisagem.

Acostumar com a paisagem significa não enxergar mais os detalhes das coisas que vemos todos os dias e dos ambientes em que vivemos. Como vemos sempre a mesma coisa, estamos sempre naquele lugar, já não prestamos mais atenção nas coisas erradas, quebradas e sujas. Como estamos sempre com as mesmas pessoas, elas se tornam parte da paisagem e não damos mais a atenção que deveríamos dar a elas. Passamos a não tratá-las bem, com respeito e polidez. A verdade é que nos acostumamos com aquela imagem.

Vemos empresas com paredes sujas, cantos quebrados, salas de espera mal arrumadas, banheiros sujos e mal cuidados e até plantas secas em vasos. Tem também subordinados que perderam o respeito em relação a seus chefes e chefes que perderam o respeito em relação a seus subordinados. O mesmo acontece com fornecedores antigos. E tudo isso acaba fazendo parte de nossa paisagem e aí não damos mais atenção.

Na vida pessoal é a mesma coisa. Tudo ao nosso redor pode fazer parte de nossa paisagem. Por isso, cuidado para não se acostumar com a paisagem. Preste atenção a tudo!!

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terça-feira, 6 de março de 2012

Perdas no varejo ultrapassam R$ 16 bilhões

Nos supermercados brasileiros, as perdas representaram 2,26% do faturamento do setor em 2010, bem mais do que a média de 1,75% registrada entre todos os segmentos do varejo. Os dados são de uma pesquisa – divulgada na manhã de hoje (6/3) – com 103 empresas brasileiras – 81 delas do setor supermercadista – realizada pelo Ibevar/Fia (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo).

A quebra operacional é a principal causa das perdas no varejo, com 32% de participação. Em seguida aparecem as ocorrências de furtos externo e interno, responsáveis, respectivamente, por 20% e 16%. Erros administrativos acumulam 14% de participação nas perdas, enquanto erros de fornecedores contribuem com 9%. Juntos, outros tipos de ocorrência também somam 9%.

O total desperdiçado por todos os segmentos do varejo analisados pela pesquisa foi de R$ 16,4 bilhões. Depois dos supermercados, são as lojas de material de construção as que mais sofrem com o problema. Nesse segmento do varejo, as perdas correspondem a 1,81% do faturamento.  

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segunda-feira, 5 de março de 2012

Será 2012 o ano em que a lacuna entre a necessidade de análise e os recursos fornecidos se estreitará?

É sempre interessante observar a natureza cíclica dos termos que usamos. 2011 foram 4 assuntos que se manteve no topo: mobilidade, social media, cloud e banco de dados.
E, o que esperar para 2012? Abaixo estão 3 áreas que já começaram a afetar nossa capacidade para tomar decisões com base em informações de negócios precisas:
1.       Evoluções na BI móvel: pesquisas recentes apontam que os tablets estão pavimentando o caminho não apenas para uma crescente adoção de dispositivos móveis, mas também para uma maior interatividade móvel. Vê-se uma taxa de utilização cada vez maior entre uma variedade muito grande de usuários. Enquanto essa funcionalidade já existe em algumas plataformas móveis, acredito que 2012 será o ano em que a análise móvel - ou seja, a criação de Business Insight (relatório e painel de criação, consulta de dados móveis) estará ainda mais disponível, e ganhando força entre os funcionários mais móveis.
2.       Ferramentas sociais vão permitir uma maior colaboração externa: embora haja um enorme valor em dados de negócios, não há muito valor na interpretação deles. Talvez a maior vantagem que as ferramentas sociais tragam para a análise de dados seja a capacidade de agregar opiniões e perspectivas de tomadores de decisão dentro e fora da organização. Por isso, as empresas que se dão melhor nessa área usam ferramentas sociais para espalhar o pensamento analítico por vários departamentos de sua organização, e também de seus "agregados". 2012 pode ter um crescimento substancial no uso de ferramentas colaborativas (portais, IM, feeds, redes sociais) para criar fortes laços analíticos com clientes, fornecedores, parceiros e outros públicos-chave.
3.       Serviços baseados na nuvem ganharão mais força: os usuários, hoje, simplesmente esperam encontrar ferramentas que os atendam na tomada de decisões. Enquanto alguns esperam a equipe de TI resolver os problemas, outros estão mais do que dispostos a contornar essa turma e se equipar com as ferramentas certas, já disponíveis no mercado.
Portanto, a tendência mais visível e importante é em análise de negócios. Com o acesso crescente a dados, além das capacidades surgidas graças às mídias sociais, mobilidade e nuvem, os usuários empresariais estão cada vez mais em busca de análise de negócios.

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Vendas dos supermercados paranaenses crescem acima da média nacional neste início de ano

As vendas reais dos supermercados brasileiros cresceram 3,8% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2011. No Paraná, as vendas historicamente ficam acima da média nacional e aumentaram 4%, já descontada a inflação.
Este porcentual foi considerado bastante positivo pela Associação Paranaense de Supermercados (Apras) já que o primeiro mês do ano é marcado pelo fenômeno praia, com o deslocamento de um número expressivo de veranistas do Paraná para o litoral de Santa Catarina.

O superintendente da Associação Paranaense de Supermercados, Valmor Rovaris, disse que o bom desempenho das vendas dos super e hipermercados do Paraná neste começo de ano se deve, em parte, ao reajuste de 14% do salário mínimo,  que correspondeu a R$ 77 a mais no holerite dos trabalhadores que ganham o mínimo.
E, segundo ele, atualmente, entre 24% e 25% da renda dos trabalhadores é dirigida para alimentação. Quando a renda aumenta, as vendas dos supermercados reagem positivamente.

Por isso, diante das estimativas de crescimento das vendas, os empresários do setor de supermercados do Paraná continuarão investindo em novas lojas. A previsão é de que as maiores redes que operam em Curitiba devam abrir de três a quatro novas lojas, este ano, e reformar outras três.

Já a maior dificuldade do setor supermercadista paranaense é a falta de mão de obra, e olha que esta mão de obra não precisa ter qualificação. De acordo com cálculos da Apras, existem em todo o estado 8 mil vagas para serem preenchidas e não há profissionais dispostos a se habilitarem para este tipo de trabalho.
Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Fonte: Blog da Mirian Gasparin

quinta-feira, 1 de março de 2012

Por que as empresas brasileiras não encontram os profissionais que procuram?

Todos os dias, os canais de comunicação veiculam notícias sobre o mercado de trabalho. Nesse contexto, apresentam-se os dois lados da moeda.
No primeiro, encontram-se os trabalhadores que formam filas quilométricas em busca de chance para mostrarem seus valores e garantirem uma vida digna.
Do outro, estão as empresas que afirmam enfrentar um sério problema: não encontram profissionais para preencherem as vagas que disponibilizam.
Essa situação torna-se conflitante, pois as organizações precisam de profissionais e esses não consegue o tão sonhado emprego. Alguns denominam esse quadro como "apagão de talentos", enquanto que outros preferem referir-se a essa situação como falta de mão de obra especializada para atender às necessidades das organizações.
Na verdade o que ocorre é que quando a economia está aquecida, o mercado melhora de maneira generalizada e a demanda por mão de obra especializada aumenta. Quem está mais preparado possui mais oportunidades e a lei continua a mesma: a escassez encarece o "produto".
Segundo dados do último censo do IBGE, existem 3,5 milhões de jovens desempregados no Brasil. E a conclusão que podemos obter é: ou os jovens não querem trabalhar ou os programas de retenção e qualificação profissional estão equivocados.

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