quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Dê uma guinada na Gestão de Pessoas da sua empresa

Nessa época do ano momento, milhares de profissionais de Recursos Humanos encontram-se reunidos com suas equipes para traçar ações estratégicas para 2013. Afinal, quem não acompanha as inovações do mercado ficará fadado ao atraso e perderá espaço no mercado.
Listamos abaixo algumas ferramentas e/ou ações que podem ajudá-lo a dar uma verdadeira guinada na Gestão de Pessoas da sua empresa:
1 - Pesquisa de clima organizacional - Cada vez mais as empresas preocupam-se em conhecer a percepção dos seus colaboradores no que ser refere ao clima e às ações corporativas que são adotadas. Por isso, essa é uma ferramenta que permite que os colaboradores dêem suas opiniões sobre vários indicadores corporativos, tanto sobre os pontos fortes de uma gestão quanto em relação àqueles que precisam ser trabalhados.

2 - Avaliação de desempenho - não deve ser considerada um "puxão de orelhas", mas sim uma valiosa ferramenta que auxiliará o desenvolvimento do colaborador. Inclusive, é através da avaliação de desempenho que se estabelece outro recurso valioso à Gestão de Pessoas - o feedback, onde o funcionário sabe o que a empresa espera dele e poderá trabalhar as competências técnicas e/ou comportamentais necessárias às suas atividades.

3 - Programas motivacionais - a motivação profissional surge de dentro para fora, mas também cabe a empresa estimular o profissional a se encantar por ela, a vestir a "camisa" e se sentir parte integrante do negócio. As ações motivacionais também devem ser estimuladas pelas empresas, afinal reter talentos é uma estratégia.

4 - Criatividade – esperar que os colaboradores sigam as regras impressas em um manual, sem dar-lhes a oportunidade de desenvolver o potencial criativo significa abrir espaço para a concorrência. Toda empresa precisa mostrar-se aberta às inovações e estimular os talentos internos para que eles tragam sugestões, ideias para aperfeiçoar os processos, renovar produtos.

5 - Comunicação interna – é necessário a presença de eficazes canais de comunicação interna. Não é obrigatório investir em tecnologias avançadas e que requeiram gastos elevados. Os canais podem ser, por exemplo, murais, reuniões periódicas com as equipes e a valorização diária estreita o relacionamento entre a alta direção e as equipes.

6 - O diverso - contar com uma equipe formada por pessoas de várias gerações e com experiências diversificadas aumenta as chances de pluralidade de ideias. O diverso tornou-se um campo fértil para a inovação. Estimule os talentos internos a respeitarem o diverso, pois isso fará com que eles adquiram novas expectativas de futuro e quebrem paradigmas que podem estar prejudicando a eles e à sua empresa.

7 - Desenvolvimento de talentos - saber se esse investimento está valendo a pena e atendendo às reais necessidades da empresa e do próprio profissional. Estabeleça um diálogo com os colaboradores, antes de enviá-los para um novo treinamento.

8 - As lideranças - E os seus líderes? Como estão? Precisam de algum programa de desenvolvimento específico? Estão sabendo estabelecer a "famosa" sinergia com os membros das suas respectivas equipes ou apenas delegam ordens? Invista nas lideranças, pois o retorno será percebido no dia a dia.

9 - Qualidade de vida - não se deve esquecer de que muitos talentos estão migrando de uma empresa para outra, inclusive com redução de salários, para terem uma melhor qualidade de vida. Quem se sente bem no ambiente de trabalho, produz muito mais. Procure cases de sucesso e se inspire em alguma prática que se enquadre à sua realidade corporativa.

10 - Portas abertas - Por fim, um recado direto para os profissionais de RH: toda e qualquer ação implantada pela área só tem boas chances de êxito se você estiver disposto a ouvir os colaboradores da sua empresa. Estabeleça as "Portas Abertas" para todos os níveis hierárquicos.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

6 fatores que desperdiçam seu tempo no trabalho

Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vêm tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.
Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. Aqui estão alguns pontos que potencializam estas dificuldades:

1.       Ausência de foco - O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;
2.       Falta de concentração na tarefa em execução - o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;
3.       Ausência de planejamento - Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;
4.       Acomodação que gera desmotivação - Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;
5.       Procrastinação - deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;
6.       Refém de ferramentas tecnológicas - as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).

Por outro lado, isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas.

Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Importante e urgente, Urgente mas não importante, Importante mas não urgente e Rotina (nem importante e nem urgente).

A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Como fazer um balanço de 2012, junto com a equipe?

Mais uma vez, as pessoas repetem aquela conhecida frase: "O ano passou voando!". Onze meses dão uma boa margem para sentar com sua equipe e avaliar os principais fatos que marcaram 2012. Não se trata de uma avaliação de desempenho coletiva, mas sim um convite para que os membros do time reflitam sobre o que ocorreu e os resultados que foram alcançados seja individual ou coletivamente.

Como líder, cabe a você pontuar os fatos que foram mais relevantes para a equipe ao longo de 2012. Vale registrar tanto acontecimentos positivos quanto os considerados negativos.

Além de citar os fatos marcantes, mostre seu ponto de vista e apresente argumentos plausíveis.
Mostre-se que essa é a sua visão e que espera que todos apresentem seus posicionamentos, afinal você depende da sua equipe alcançar resultados e não apresentaria resultados à empresa se eles não estivessem ao seu lado.

Tente tornar a reunião numa conversa agradável, em que todos possam se expressar. Quando um colaborador concluir sua fala, observe se alguém se mostrou interessado no assunto e aproveite a deixa "E você fulano, o que pensa sobre o assunto? Tem algo a acrescentar?". O importante é que a reunião não caia no marasmo e tampouco se torne improdutiva.

Peça sempre sugestões para a melhoria dos processos. Se um projeto foi considerado positivo, ótimo. Existe algo que poderia ter sido acrescentado e que só foi percebido após a sua conclusão?

Para os pontos negativos, onde foi que a equipe errou? Houve falha de comunicação, por exemplo? Faltou infraestrutura da empresa para garantir o êxito do processo?

Lembre-se de que essa reunião não é uma avaliação de desempenho, mas sim um balanço do que ocorreu durante todo o ano. Com base nessas informações, você poderá traçar novas estratégias para que a performance da sua equipe melhore.

Ao término dos trabalhos, lembre à sua equipe que você está disponível para tocar ideias não apenas naquele momento, mas no dia a dia. Certamente, nem todos os presentes terão o tempo necessários para falar o que queriam ou, então, preferem conversar reservadamente com você.

O importante é fortalecer o canal de comunicação com os liderados.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Inteligência da área de compras ajuda lojistas a preparar estoques para o Natal

Profissionais de compras tem função estratégica para conseguir negociações mais vantajosas, prazos melhores e potencializar ganhos.
Um profissional qualificado da área de compras faz toda a diferença entre potencializar ganhos e administrar encalhes e estoques mal dimensionados. Responsável pelo apoio estratégico e suporte de negociações, a área de inteligência de compras de uma empresa analisa contratos com fornecedores, acompanha a evolução de preços de matérias-primas, assessora na determinação das quantidades a comprar e ainda ajuda na criação de macroestratégias. Cabe ainda a este profissional administrar a base de dados com informações que auxiliam a tomada de decisão pelos varejistas.
Portanto, a função do profissional de compras dentro de uma empresa, independente do porte, é determinante nos resultados financeiros e atua como agregador de valor.
Reduzir custos e aumentar ganhos é o que todo lojista espera nesta época do ano. Cabe ao profissional de compras colaborar para que isso aconteça. O trabalho especializado de compradores profissionais pode ser determinante entre o sucesso e o fracasso de uma empresa.
Com o aquecimento da economia brasileira e atenção ao cenário global, ocupar vagas na área de compras exige profissionais cada vez melhor preparados. Mais do que uma boa formação, é preciso compreender o cenário econômico atual e os impactos em suas negociações, saber identificar oportunidades de ganhos e estabelecer relações cooperativas.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A importância de um Diagnóstico

Conhecer o problema real do Cliente – por meio do diagnóstico - é o objeto da 1ª reunião Consultor- Cliente. Nela, ambos deverão reconhecer a situação atual da Empresa e concluir sobre o onde e o como devem chegar para reduzir ou eliminar o problema pré-existente.

A técnica aconselhada é a de ouvir o cliente com máxima atenção e formular perguntas que o levem à reflexão, a trazer dados e informações precisas para os dois - Consultor e Cliente - conhecerem perfeitamente o tamanho do problema e identificar, a partir de sua dimensão, suas correlações no ambiente organizacional.

Portanto, sem conhecer o real problema será muito difícil aplicar metodologia e intervenção corretas.

Os sintomas da doença na organização podem ser muitos, diversificados e aparentemente em pontos afastados uns dos outros. Porém,assim como no organismo- empresa, os sintomas de uma mesma anomalia organizacional podem se espalhar pela estrutura, gerando, em sua maior complexidade, uma situação crítica, que seria reconhecida como a situação atual da Empresa que deve ser alterada por meio de ações corretivas.

Consultores nas empresas devem, por este motivo, cultivar visão holística do todo nas empresas ou nos organismos aos quais se dedicam a preservar a vida.

A atividade de Consultoria demonstra-se ser muito completa no exemplo de solidariedade, com os mesmos espíritos de "cumplicidade" e "coautoria" que devem nascer desde o primeiro contato com o Cliente. Trazendo o Cliente para a coautoria desde o início, desenvolvem-se, avaliam-se e escolhem-se alternativas, e implantando-as, garante-se, por fim, o bom êxito da Consultoria.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O que é preciso fazer para envolver os colaboradores em mudanças sem provocar traumas?

1.       Incentive a abertura – crie um ambiente em que as pessoas se sintam livres para expressar pensamentos e sentimento sobre a mudança. Depois, pergunte aos colaboradores sobre suas preocupações, anseios e temores das implicações da mudança.  Após isso, será mais fácil contornar os obstáculos mentais do pessoal.

2.       Após entender as indecisões, reúna os colaboradores para discutir os problemas percebidos – quando eles sentirem que são ouvidos, ficarão automaticamente mais propensos a apoiar a decisão final ou a mudança em curso.

3.       Seja direto – saiba perceber quais problemas devem ser resolvidos de frente. Tenha coragem de lançar-se sobre todos eles com educação, respeito e paciência. Forneça as informações necessárias. Não pretenda enganar ninguém e nem esconda fatos que devam ser considerados.

Todo ser humano carece de ser ouvido e de receber atenção. Sempre que alguém dá isso a ele, reduz sua ansiedade, e o equilíbrio passa a predominar.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:  http://profissaoatitude.blogspot.com.br/

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Empresas precisam criar laços entre os profissionais

Para muitos especialistas em recursos humanos, engajamento profissional é a chave para uma organização de sucesso. Mas, apenas o engajamento pode não ser suficiente daqui em diante. As empresas devem criar um ambiente que estreite os laços entre os profissionais, inclusive com seus líderes.
Para ajudar a melhorar o envolvimento e promover a união dentro da empresa, abaixo estão algumas sugestões:
·         Ter líderes que façam coisas extraordinárias – uma liderança inovadora pode unir todos os níveis hierárquicos de uma empresa. Os líderes devem saber transformar o relacionamento dos profissionais e o modo de enxergar a instituição.
·         Construção de uma empresa ética – uma empresa unida tem valores fundamentais explícitos, como o respeito, a confiança, a conduta ética e o cuidado com as equipes. Ações diárias refletem as políticas estabelecidas pelos gestores e empresários de cada organização.
·         Investimento no capital humano – os funcionários unidos têm visões compartilhadas em equipe e pensamento voltados para produção e soluções de problemas da empresa. Definir e manter as métricas de desempenho em cascata – ligando os planos de ações individuais com os objetivos estratégicos e operacionais – é uma ferramenta fundamental para o sucesso do grupo.
·         Utilizando processos para orientar o desempenho – o primeiro passo para qualquer entendimento do funcionamento de uma empresa é definir os principais processos que agregam valores aos clientes. É preciso gerenciar e melhorar os processos constantemente.
·         Dar liberdade e responsabilidades – os líderes devem atribuir atividades com definições claras do papel de casa profissional e expectativas de desempenho, que ajudam a definir suas responsabilidades na equipe. Liberdade também significa decidir a melhor forma de atingir as próprias metas. Eles ainda devem desenvolver a autoconfiança e autoestima através de exemplo pessoal e incentivo constante.
·         Novas ideias e opiniões – empresas que queiram estreitar o relacionamento entre empregados deve criar estruturas e comportamentos que resultem em comprometimento, por exemplo: identificando e reparando erros, assim como promovendo discussões abertas com todos os profissionais para possíveis melhorias.
·         Divulgar os resultados notáveis – estabelecer vínculos com empregados é mostrar sua importância dentro da empresa. Por isso, mostre os resultados positivos que a empresa teve, quais serão seus investimentos e quais metas foram estabelecidas para cada um de seus colaboradores.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/empresas-devem-criar-lacos-entre-profissionais-afirmam-especialistas/67909/