sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Reunião: você sabe fazer desse encontro uma atividade produtiva?

Durante um dia de trabalho uma das atividades que toma boa parte do tempo dos profissionais é a reunião. Se esse encontro consumiu algumas horas do seu dia, mas foi 100% produtivo, a situação não é tão negativa.
Abaixo listamos algumas dicas de como não perder tempo com esses encontros e tirar o maior proveito deles:
·         Para uma reunião ser produtiva, é importante que seus objetivos sejam claros e que se vá com foco em responder tais questões.
·         Todos os profissionais já devem ir informados sobre quais problemas serão discutidos, lembrando que é improdutivo perder tempo de reunião para colocar todo mundo a par do que será tratado.
·         Além disso, deve-se ter em mente que uma reunião não pode ser muito longa. Isso porque quando o encontro dura muito tempo as pessoas começam a perder o foco, o ânimo, a disposição e o interesse. Mesmo que a reunião não tenha atingido o objetivo após duas horas, é melhor interromper e começar em outro momento.
·         É importante também focar e tratar apenas dos assuntos que foram selecionados para a reunião. Na prática, quando um grupo se reúne, diversos temas pertinentes vão surgindo, mas nem todos estão ligados à pauta.
·         Durante a reunião também é importante limitar o uso da tecnologia e restringir as interrupções. Por mais que a reunião tenha sido cansativa é preciso colocar no papel quais foram os pontos principais e que haja clareza quanto aos responsáveis por realizarem as tarefas definidas.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Persistência ou insistência?

A persistência é uma das maiores qualidades que um empreendedor pode ter, mas a diferença entre ser persistente para alcançar resultados e insistir em um erro é pequena.

No início tudo é difícil. Da formatação da idéia à conquista de apoiadores e clientes. A montagem da equipe, a estratégia de marketing, a mensuração de resultados. Tudo pode ser considerado obstáculo até que se consiga criar uma sistematização nos negócios que permita que ele evolua naturalmente.

Mas os obstáculos podem ser vistos como desafios quando o empreendedor tem a certeza de que está no caminho certo, apesar das evidências não serem tão otimistas. Neste caso, é hora de pensar até que ponto a persistência perde sua qualidade positiva e ganha ares de atitudes repetitivas e insistentes.

A linha entre ser persistente para alcançar os resultados esperados e insistir no erro é tênue. Perceber esta diferença é essencial para a sobrevivência de qualquer empreitada, seja pessoal ou profissional. Atitudes idênticas muitas vezes escondem e confundem a verdadeira motivação do empreendedor: esperança ou teimosia?

É o exercício do autoconhecimento que leva a uma resposta autêntica de qual é a natureza das ações e qual o rumo deve ser seguido, independente do contexto. Afinal, trajetórias de sucesso e de fracasso são recheadas de histórias de persistência, mas também de insistência. Por isso, é preciso perceber qual é a atitude mais assertiva para um final feliz. 

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Como melhorar o cadastro dos produtos?

Os supermercados começaram a investir em sistemas de gestão e em pessoas para garantir que o cadastro de produtos seja mais eficaz. Tanto é que, em algumas redes, o cadastro está se transformando em um setor voltado à inteligência de mercado. Atualmente, os profissionais têm conhecimento mercadológico para atuar na introdução de novos produtos e fornecedores. Eles também são responsáveis por coordenar as pesquisas de preços realizadas na concorrência, administrar essas informações, apoiar promoções e preparar tablóides.
Está sendo na área tributária o maior benefício. Pois, há eliminação do retrabalho provocado por informações erradas transmitidas ao fisco e aumento da produtividade.
Na maioria das empresas, antes eram cadastrados os produtos e depois a equipe corria atrás dos dados sobre impostos. Hoje, é o contrário. Se não conseguem os dados referentes aos impostos, o produto não entra no sistema. Entre as informações necessárias estão as taxas de cada produto, regras fiscais – como créditos –, se tem substituição tributária, algum tipo de isenção, entre outras. Isso é muito importante principalmente para as redes que têm lojas em mais de um estado, já que a legislação pode ser diferente em alguns casos.
Informações tributárias equivocadas levam o supermercado a calcular incorretamente o valor dos impostos a serem pagos. E isso é ainda mais crítico porque as empresas precisam realizar o Sped, que é a escrituração eletrônica de documentos fiscais diretamente para a Receita Federal. Ou seja, é o relato aos órgãos públicos de toda a movimentação feita pela rede. Se houver divergências, é necessário justificar, além de estar sujeito a multas.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Demanda por alimentos orgânicos ainda é maior que oferta

A produção de orgânicos vem crescendo a cada ano no Paraná. O Estado já conta com 7.245 produtores, de acordo com levantamento realizado pela Emater e pela Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab). O volume de produção saltou de 52.270 toneladas na safra 2002/2003 para 138.241 toneladas na safra 2008/2009, o que representa um crescimento de 164%. Esta safra é o último dado de levantamento disponível. Na safra 2002/2003, eram 3.648 produtores no Paraná. O diretor do Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), Márcio Miranda, disse que a produção vem crescendo porque a oferta de produtos não atende o total da demanda.
Segundo ele, também tem aumentado a demanda destes produtos para alimentação escolar e para o Programa de Aquisição de Alimentos para a população de baixa renda do governo federal. Ele acredita que ocorra aumento da produção nos próximos anos por exigência da sociedade e também do meio ambiente. No Paraná, o consumo é de 1% das vendas do setor de supermercados, segundo informações da Associação Paranaense de Supermercados (Apras). O último ranking da Abras - Associação Brasileira do setor - divulgado em abril de 2011, apontou que o crescimento do volume destes produtos nas lojas é de 15% a 20% nos últimos anos. Leia mais na reportagem de Andréa Bertoldi.


Fonte: Folha de Londrina
Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Desafios para gerenciar Portfólio de Projetos

O gerente de portfólios tem como grandes desafios gerenciar expectativas e resultados. O avanço no gerenciamento de projetos no país foi impulsionado por empresas inovadoras, fazendo com que os projetos passassem a ser subprodutos do planejamento estratégico.
O termo realização de projetos é antigo, desde a construção das pirâmides do Egito, mas a aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas de gerenciamento de projetos podem ser consideradas bem recentes.
No Brasil, nas duas últimas décadas, pode-se dizer que houve um boom nessa área, decorrente de uma pressão do mercado para que as organizações passassem a abordar suas iniciativas no conceito de projetos: objetivos tangíveis, prazo finito e orçamento pré-definido.
Portfólio de projetos é um conjunto de projetos ou programas e outros trabalhos agrupados para facilitar o gerenciamento para atender aos objetivos estratégicos de negócios, sendo que os projetos ou programas do portfólio não são necessariamente interdependentes ou diretamente relacionados.
A gestão de portfólio engloba três atividades principais:
·         Determinar os objetivos específicos – que devem se constituir em um subconjunto de metas da organização, buscando ser alcançadas por meio de projetos, por isso, é imprescindível que os objetivos do portfólio estejam alinhados à estratégia a organização, pois haverá consumo de recursos (humanos, financeiros, materiais, logísticos, etc.)

·         Selecionar o conjunto ideal de projetos para alcançar os objetivos em relação aos recursos disponíveis - ou seja, fazer um inventário dos projetos atuais e futuros, com informações suficientes que permitam comparação como: custos, benefícios, recursos, riscos e impactos.

·         Gerenciar o portfólio – provavelmente a mais complexa e mais desafiadora, em função do dinamismo do mundo dos negócios, de alterações nas prioridades das organizações, de novos riscos identificados, obrigando o gestor a realizar mudanças em tempo de execução dos projetos.
O gestor precisa ter perspicácia para identificar o impacto de alterações no escopo de projetos, aceitando-as ou refutando-as, como também ter um bom relacionamento de confiança com a alta administração, além de ter habilidade em fazer a interface (ligação) entre a alta administração, os gerentes de projetos e os escritórios de Projetos.   

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

9 dicas para garantir o correto uso de cartazes nos Supermercados

Não há dúvidas de que os cartazes continuam eficientes na comunicação com o cliente e no estímulo às compras. Mas nem todas as lojas trabalham essa ferramenta adequadamente. O pior é que alguns erros acabam revertendo sua função. O excesso de informações, por exemplo, mais atrapalha do que ajuda. Sem entender a mensagem que está sendo transmitida, o cliente não tem sua atenção despertada. Se o objetivo é estimular a compra por impulso, isso não vai acontecer.
Veja a seguir, algumas dicas que poderão ajudar a utilizar corretamente essa ferramenta tão simples:
1. O excesso de cartazes ou informação tira o impacto da mensagem. A dica é espalhar poucos cartazes pela loja e evitar que eles fiquem amontoados. Na hora de transmitir a informação é importante ser o mais direto e objetivo possível. E não se esqueça: essa ferramenta se presta a sugerir ou lembrar o consumidor de uma necessidade.
2. Usar material desgastado, como pincel atômico sem tinta, ou cartolina rasgada, dá ao consumidor a sensação de descaso.
3. Letras com muitos rococós fazem o consumidor perder a paciência em tentar decifrar o que o cartaz quer dizer.
4. Procure não posicionar os cartazes em locais de difícil acesso aos olhos.
5. Cartazes de lançamento ou promoção têm perenidade de sete a 15 dias, dependendo do fluxo de clientes e do giro do produto. Devem comunicar informações como marca, categoria, características do produto e preço.
6. Os cartazes também podem divulgar serviços especiais como oferecer carne grelhada na hora. Além de estimular o consumo, mostra que a loja está preocupada em garantir o melhor atendimento. Vale a pena também divulgar ações sociais e sustentáveis, como de reciclagem seletiva e apoio a instituições de caridade.
7. Usar pequenos cartazes para divulgar os benefícios de certos alimentos para a saúde, é outro recurso interessante. Tente algo como “Salmão oferece ômega 3” ou ainda “Uma taça de vinho por dia faz bem para a saúde” Outro recurso é oferecer opções de consumo. Exemplo: Brócolis enriquece a macarronada. Manga vai bem em saladas.
8. Nas lojas para as classes D e E, a linguagem tem de ser simples e a oferta precisa criar a percepção de oportunidade. Por isso, em vez de comunicar 30% de desconto, opte por “preço cai de R$ 100 para R$ 70”. As palavras que ajudam a passar essas idéias são: “preço”, “imperdível”, “oportunidade” e “promoção”.
9. Para o público de alto poder aquisitivo  use e abuse de palavras como “lançamento”, “único”, “novidade”, “marcas Premium”, “gourmet”, “delicatesse” e “sushi”. Elas chamam a atenção, pois  criam a sensação de exclusividade.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Intraempreendedorismo: você sabe o que isso significa?

Você já deve ter ouvido falar que profissionais bem-sucedidos costumam ter qualidades como iniciativa, criatividade ou comprometimento. Cada vez mais, porém, as empresas têm valorizado uma característica que elas consideram essencial para se destacar em um mercado competitivo: o intraempreendedorismo.

No ambiente em que o intraempreendorismo é adotado, o profissional é estimulado a se sentir e agir como se a empresa fosse seu próprio negócio, podendo criar novos projetos e orientá-los. O empreendedor corporativo sente e age como a se empresa fosse seu próprio negócio, por isso, vem sendo valorizado.
Os intraempreendedores visam a inovar e melhorar aquilo que já existe. E, justamente por encarar a empresa como sua, e não como uma simples fonte de renda, este tipo de profissional sabe o que precisa ser feito, sem ter de ser mandado.
Como chegar lá
Antes de tudo, é preciso gostar daquilo que faz. Também é importante buscar sempre ter uma visão do todo, quer dizer, entender o que está fazendo e por que.

É como ensina a história de dois pedreiros que foram questionados sobre o que estavam fazendo. Um deles disse simplesmente que assentava tijolos, mas o outro respondeu que estava construindo uma catedral. Percebeu a diferença de percepção dos dois profissionais? E com qual deles você quer parecer?

Outro ponto é acreditar naquilo que faz e não ter medo de fazer. muitos profissionais acham que é preciso ter um dom ou habilidade especial para certos tipos de atividade. Porém, qualquer um pode ser o que quiser, desde que se esforce.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.