quinta-feira, 31 de maio de 2012

Problema nos custos do projeto: falha no planejamento ou na execução?

Nas organizações em que as equipes que efetuam o planejamento de projetos são distintas das equipes que executam os projetos, é comum existir a troca de acusações mútuas de erros e falhas quanto a custos, prazos e qualidade, seja para projetos concluídos como para projetos em andamento.
As principais dimensões de discussão são custos, prazos e qualidade. Custos, pois quando os projetos são executados excedem os valores planejados. Prazos, pois os projetos atrasam. Qualidade, pois nem sempre os projetos atingem os objetivos propostos, além de muitas vezes, inexistir de forma clara e explícita sobre quais são os critérios de aceite da entrega final do projeto.

Se o problema de custos em projetos é de planejamento ou execução, tem-se que substituir a conjunção “ou” na frase por “e/ou”, pois a falha pode ter sido de ambas as áreas. A propósito, isto é o mais provável.

Assim, há necessidade de se conscientizar que todos estão “no mesmo barco”, lutando pelo sucesso dos projetos, pela satisfação dos clientes, pela competitividade da organização, pelo crescimento profissional e pela realização pessoal.

Neste contexto de custos, dez recomendações:

1) Procedimentos na organização - Os procedimentos devem contemplar que a área de delivery se obriga a aprovar os planos de projeto desenvolvidos pela área de planejamento (vendas) antes da apresentação formal ao cliente.

2) Estimativas realistas - As estimativas de prazos das atividades a serem realizadas devem ser realistas, factíveis, evitando-se o excesso de otimismo.

3) Alocação de profissionais para a execução - Os profissionais para realizarem as atividades devem ter conhecimento e habilidade para desempenhá-las.

4) Planejamento das aquisições - As aquisições planejadas, sempre que possível, devem ter amparo em propostas formais e não somente orçamentos prévios de fornecedores.

5) Riscos - Os riscos não podem ser ignorados. Deve existir alguma reserva financeira para cobrir alguns deles, caso se tornem realidade (valor de contingência).

6) Assertividade na execução do projeto - Durante a execução do projeto, cabe ao gerente trabalhar com criatividade e assertividade, buscando realizar “mais com menos”, negociando com fornecedores e parceiros.

7) Comunicação e comprometimento da equipe - É responsabilidade do gerente de projeto manter a equipe comprometida com os objetivos e prazos do projeto, por meio de comunicação estreita, englobando a realização de reuniões periódicas de progresso, a divulgação do cronograma e feedbacks individuais de desempenho.

8) Rígido controle na execução do projeto - A execução do projeto deve ser monitorada com um indicador de desempenho de custos, por exemplo, o CPI (Cost Performance Index), que é um padrão de mercado e amplamente conhecido na comunidade de gerenciamento de projetos, embora pouco utilizado.

9) Lessons learned - As lições aprendidas precisam ser registradas para que os erros não se repitam. Além disto, é necessário registrar as boas idéias, os acertos, aquilo que funcionou melhor que o planejado e podem ser feitos em qualquer momento do projeto.

10) Políticas de bonificação - As políticas de premiação e reconhecimento das equipes devem ter como base os resultados da execução do projeto e não os das vendas, pois um processo de venda só é concluído quando a entrega final é efetuada e aceita pelo cliente.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:
http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&view=article&id=6930:problema-nos-custos-do-projeto-falha-no-planejamento-ou-na-execucao&catid=1:ponto-de-vista&Itemid=353

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Empresas terão que se adaptar às novas regras sobre registro de jornada

O Ministério do Trabalho e Emprego criou, através da Portaria 1.510/2009, o registrador eletrônico de ponto (REP). De acordo com essa norma, os empregadores terão um prazo para adotar o novo equipamento, o qual não poderá permitir marcação automática, horários pré-determinados e alteração de dados. Uma das exigências criadas pela Portaria é a obrigatoriedade de impressão de comprovantes. Ou seja, as novas máquinas teriam que emitir papeletas e cada trabalhador receberia pelo menos quatro delas por dia (na entrada, na saída para o almoço, na volta do almoço e na saída ao fim do dia). Dessa forma, segundo o MTE, os trabalhadores poderiam se defender das fraudes nas horas trabalhadas e a medida ajudaria a inibir a prática de excesso de jornada, além de contribuir para a redução do número de ações na Justiça trabalhista.

Após cinco adiamentos, o novo sistema de registro de ponto eletrônico entrou em vigor, parcialmente, no dia 2/4/2012. As novas regras serão implementadas em três etapas. Desde o dia 2/4/2012, as empresas do varejo, indústria e setor de serviços (financeiro, de transportes, de construção, de comunicações, de energia, de saúde e de educação) têm que utilizar o novo sistema. A partir de 1/6/2012, as empresas que exploram atividade agroeconômica serão obrigadas a adotar o novo ponto eletrônico. E, a partir de 3/9/2012, são as micro e pequenas empresas que deverão se adaptar.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Fonte: Tribunal Regional da 3° Região

terça-feira, 29 de maio de 2012

Vendas do Setor Supermercadista Acumulam alta de 6,08%

Crescimento ocorreu nos primeiros quatro meses do ano na comparação com o mesmo período de 2011.
As vendas reais do setor supermercadista cresceram 6,08% no acumulado do primeiro quadrimestre em relação ao mesmo período de 2011, segundo o Índice Nacional de Vendas, divulgado hoje (29/5), pela Abras, em entrevista coletiva para a imprensa concedida pelo presidente da entidade, Sussumu Honda.
 Em contrapartida, em abril de 2012 as vendas caíram -2,00 % em relação a março. Na comparação com abril de 2011 o setor cresceu 0,19%. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.

Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento de 5,31% em abril em relação ao mesmo mês de 2011 e queda de -1,37% sobre março deste ano. O acumulado nominal, nos quatro primeiros meses do ano, chega a 11,99%, na comparação ao mesmo período do ano passado.

"Neste ano, o impacto das vendas da Páscoa acabou sendo diluído entre os meses de março e abril. Mas o resultado do setor continua bastante positivo, reflexo do aumento do poder de compra do brasileiro", avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.  

Cesta de produtos apresenta alta de 0,44% em abril, em relação a março deste ano

O AbrasMercado, cesta de 35 produtos considerados de largo consumo, analisada pela GfK e pelo departamento de Economia e Pesquisa da Abras, registrou alta de 0,44%, em relação a março deste ano. Já na comparação com abril de 2011, o crescimento foi de 5,37%, passando de R$ 300,52 para R$ 316,66.

Os produtos com as maiores altas em abril, na comparação com março, foram: feijão, com 11,11%; batata, com 6,16%; e farinha de mandioca, com 3,25%. Já os produtos com as maiores quedas no último mês foram: tomate, com -6,58%; carne traseiro, com -3,04%; e massa sêmola espaguete, com -2,52%.

 Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Fonte: Departamento de Economia e Pesquisa da Abras/ Portal Abras

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O papel da inteligência emocional

O controle das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência de qualquer indivíduo. E, apesar de existirem fatores que determinam o comportamento das pessoas, muitos dos circuitos cerebrais da mente humana são maleáveis e podem ser trabalhados ao longo do tempo.

Nos dias de hoje, a humanidade vive uma crise sem precedentes. Crimes hediondos são reflexos de uma sociedade que priorizou o intelecto e o consumo, esquecendo o lado emocional das pessoas. Nossas emoções nos guiam quando enfrentamos provações e tarefas demasiado importantes para serem deixadas apenas no intelecto – o perigo, a dor de uma perda, a persistência numa meta, apesar das frustrações.

Em síntese, todas as emoções são, em essência, impulsos para agir, planos instantâneos e quase automáticos para lidar com a vida que a nossa própria história pessoal nos infundiu. A tendência do ser humano para a reação imediata e muitas vezes impensada desencadeia uma série de emoções negativas capaz de destruir vidas e carreiras.

O ser humano tem dois cérebros, duas mentes por assim dizer – e dois tipos diferentes de inteligência: racional e emocional. Nosso desempenho na vida é determinado pelas duas. O intelecto não pode dar o melhor de si sem a inteligência emocional. Quando interagem bem, ambos expandem. A inteligência racional pensa, a emocional sente. Uma não vive sem a outra, portanto, qualquer visão da natureza humana que ignora o poder das emoções não faz sentido algum.

Conhecer a fundo as emoções é uma competência-chave para se adquirir a inteligência emocional. Para expandir a sua e alcançar sucesso, você deve esforçar-se para entender os cinco componentes da inteligência emocional:

Autoconsciência: a habilidade de reconhecer e entender o seu temperamento, suas emoções e iniciativas, assim como seus efeitos nos outros; tenha senso de humor com os seus próprios defeitos.

Autodisciplina: a habilidade de controlar ou redirecionar impulsos e temperamentos desordenados; a propensão a protelar julgamentos, pensar antes de agir.

Motivação: forte paixão pelo trabalho por razões que vão além do dinheiro ou posição; uma propensão a perseguir metas com energia e persistência; otimismo para realizar atividades mesmo ao se defrontar com o fracasso.

Empatia: a capacidade de entender o modo de ser emocional das outras pessoas; sensibilidade relacionada a diferentes culturas; respeitar ponto de vista alheio sem precisar abrir mão do seu.

Habilidade Social: a capacidade de gerenciar relacionamentos e desenvolver networking; ter habilidade para encontrar fundamento comum e construir entendimento.

São atitudes simples que dependem exclusivamente de você. Não é o que lhe acontece na vida, mas a maneira como você reage ao que lhe acontece na vida. Isso faz toda diferença. Ter domínio sobre as próprias emoções e saber utilizá-las em favor do seu crescimento pessoal e profissional é a única forma de construir uma vida desafiadora e uma carreira sólida.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Segue link para leitura:

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Formar ou buscar no mercado?

Quem não está buscando um profissional qualificado, competente e capaz de ser no futuro ou, imediatamente, um líder de equipe de alto desempenho?

Isso sem falar de todos os problemas para encontrar os colaboradores operacionais e técnicos na maioria dos segmentos do mercado, independente do tamanho da empresa. Temos ainda que considerar o desafio para manter um indicador razoável, na maioria dos casos acima da meta, no seu quadro profissional, tanto de rotatividade como de vagas abertas.

As buscas, atualmente, são sempre desesperadas e se não existir um planejamento, o problema torna-se muito maior e contínuo.

Para os líderes e gestores estratégicos dos processos do negócio, que irão inclusive ser responsáveis por entregar e lidar com estes problemas de formação, da falta de mão-de-obra, e que serão desafiados a buscarem soluções diferenciadas e inovadoras para garantir os resultados é que precisa ter atenção maior.

Pois, estes gestores ou líderes de processos não são apenas gestores da operação: diante destas dificuldades de atrair, encontrar e reter profissionais eles são cada vez mais gestores de pessoas. Eles são responsáveis diretos pela condução e gestão destas pessoas e ações que poderão manter bons profissionais e atrair outros necessários.

Naturalmente nenhuma empresa terá solução completa em apenas uma ação, formação ou busca, e certamente terá que buscar no mercado líderes e gestores com sabedoria comportamental para se adaptar à cultura e ao processo o mais rápido possível e deverá também ter um plano interno de formação. Pensar em programas de sucessão naturalmente, nos diversos níveis de liderança. Assim, terá que buscar no mercado com eficiência e qualidade de seleção e formar internamente líderes capacitados.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
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terça-feira, 22 de maio de 2012

Quem não é o maior... Pode ser o melhor?

Nos dias atuais nós vemos muitas empresas pequenas participando da lista das melhores empresas para se trabalhar publicada anualmente pela Você S.A Revista Exame e Revista Época.

Hoje, essas empresas pequenas já são multinacionais com raízes fincadas nos mais longínquos rincões do planeta. A pergunta mais comum que se faz é a seguinte: como é a competitividade da micro e pequena empresa? Como competir com as grandes estruturas?

A grande dica é que o pequeno, com menos burocracia, pode ser mais veloz, sair na frente, decidir mais rápido, ser mais criativo... A burocracia mata a meta! Porém, é preciso acreditar mais no próprio potencial.

Acreditar que mesmo pequeno, muitas vezes remando contra a maré, sem financiamentos, sem estrutura e diante de um mercado cada vez mais exigente pode parecer presunção que diante de tantas incertezas pode-se prosperar. Mas essa fé é o ingrediente número um do sucesso.

Vivemos numa sociedade onde todo mundo quer ser o primeiro. E o primeiro pensamento é que para ser bom tem que ser grande. Em nossa cultura, quem ganha prata chora, porque o sentimento é de derrota. Aliás, neste caso perdeu mesmo. Mas deveria olhar todo o caminho que foi percorrido até ali, essa foi à vitória.

Ser pequeno é apenas o inicio. Se você ler a história de Sam Walton, o fundador da Rede Walmart, o maior faturamento do planeta, algo em torno de 400 bilhões de dólares anuais, verá que ele iniciou seu pequeno negócio numa pequena cidade e assim permaneceu por muito tempo.

O seu lema era: "O cliente pode demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar".

Para ser grande entendo que o maior passo é pensar como "grande", ter atitude de "grande", motivação de grandes proporções. O caminho passa por ver o que todo mundo vê... Mas enxergar diferente! Quando vemos pessoas se destacando, construindo uma "estrada de campeões", precisamos observar que essas pessoas estão fazendo aquilo que outros não quiseram fazer.

A vontade de se preparar tem que ser maior que a vontade de vencer. O que o pequeno pode fazer para triunfar? O caminho é entender a mescla de disciplina com entusiasmo como a ponte entre os sonhos e a realidade. O preço a pagar é muito treinamento e estudo.

Construir o futuro, um negócio que amanhã será um grande sucesso, acima de toda e qualquer tecnologia, fazer a diferença real está nas pessoas fiéis e comprometidas, na escolha e formação das equipes, na identificação das pessoas certas para os lugares certos. E isso não é privilégio só de grandes empresas.

O que motiva as pessoas a fazer o que fazem? O que motiva o mundo são as pessoas... Mas o que motiva as pessoas é a paixão, é sentir-se útil e comprometido, seja pequeno ou grande. O maior desafio é não se acomodar.


Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Fidelizar clientes deverá ser aposta do comércio para crescer em 2012

A nova aposta do comércio brasileiro para manter o ritmo de crescimento este ano deverá ser a fidelização do cliente. Isso porque o volume de vendas do varejo subiu tímidos 0,2% em março ante fevereiro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).

Não é um cenário tão alarmante, o setor tem se mostrado crescente desde 2004. Mas, o índice está abaixo das expectativas - e fatores como a instabilidade econômica e o consumidor mais receoso com seus gastos têm feito com que o setor sofra com altos e baixos.

A alta no varejo vem de acordo com o crescimento da economia, que se esperava que começasse a deslanchar no começo de 2012. Realmente, o crescimento deixa a desejar em relação ao que era esperado.

Na análise do especialista do IBGE, o cenário de instabilidade afeta a expectativa de consumo, mas os bancos estão em processo de redução de juros do crédito direto ao consumidor, do cheque especial, do cartão de crédito, e esses fatores, somados, farão com que o consumo seja estimulado.

Seis das 10 atividades pesquisadas pelo instituto apresentaram queda no período.

Combustíveis e lubrificantes teve declínio de 0,3%; artigos de uso pessoal e doméstico, de 0,6%; hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo ficaram no mesmo patamar, 0,6%; veículos e motos, partes e peças apontaram queda de 1,4%; equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, 6,9%; e livros, jornais, revistas e papelaria recuaram 7,1%.

O consumidor brasileiro é culturalmente mais desconfiado e os recentes escândalos na política com denúncias de corrupção fazem com que os consumidores apertem os freios, mesmo tendo um maior poder aquisitivo.

Outro item importante, é que o consumidor aprendeu a fazer contas e que por causa disso ele está mais consciente ao fazer suas compras. A inadimplência também tem sido fator determinante no consumo brasileiro; como exemplo, o especialista da ESPM mencionou uma pesquisa realizada pela instituição sobre o número de automóveis devolvidos às financiadoras. "De cada 100 carros financiados em um período de 60 meses, 5,5 são devolvidos no 24° mês".

Comparação anual

Ainda na pesquisa mensal promovida pelo IBGE, na comparação com março de 2011, em volume de vendas o comércio varejista cresceu 12,5%. No ano, o índice apresenta alta de 10,3%, e nos últimos 12 meses, de 7,5%. Na comparação anual, todos os setores do varejo pesquisados pelo IBGE apresentaram aumento do volume de vendas.

Qual o objetivo da sua empresa? Nosso objetivo é atingir o seu objetivo.
Fonte: DCI